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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Reclamações
Me emocionei olhando neste sabádo, o quadro Lar Doce Lar do Caldeirão do Huck, e comecei a refletir que muitas vezes quando estou esperando na (enorme) fila do RU da UFSM, ouço muitas pessoas reclamando quando tem lentilha no cardápio, ou carne de porco, peixe frito. Se essas pessoas tivessem consciência que muitas pessoas não tem nada para comer, como era no caso da família mostrada no quadro desse programa, essas pessoas veriam que somos pessoas privilegiadas, por termos comida todos os dias. Não consigo entender como ainda há pessoas com uma consciência tão fútil que não conseguem olhar para nada além de seus próprios umbigos.
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Reflitam.
Por que apenas damos valor às pessoas que amamos, quando estamos longe delas, ou nunca mais vamos encontrá-las?
Quando estamos com quem amamos esquecemos-nos de dizer que essas pessoas nos são queridas, que lhe amamos. E apenas nos lembramos de quantos essas pessoas nos são queridas quando elas não estão mais entre nós? (amor isso não é uma indireta, antes que alguém diga isso para você).
Quando estamos com quem amamos esquecemos-nos de dizer que essas pessoas nos são queridas, que lhe amamos. E apenas nos lembramos de quantos essas pessoas nos são queridas quando elas não estão mais entre nós? (amor isso não é uma indireta, antes que alguém diga isso para você).
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Incoerências dos osorienses.
Já dizia um amigo meu que pobre é incoerente pois passa o ano todo dizendo que não tem nada, quando vem uma enchente invade sua casa ele diz que perdeu tudo. Esse exemplo eu uso também para os osorienses, pois ficam sempre reclamando que não tem nada para fazer na cidade, mas quando abre uma coisa legal tipo um cinema, não que eu queira comparar com os preços e a qualidade dos cinemas do litoral e da capital, mas mesmo assim era um cinema ou um lugar para jogar boliche, são raros os osorienses que frequentavam os locais. O cinema hoje esta fechado e o boliche foi para Imbé, onde muitos dos que não frequentava em Osório vão quase todos os finais de semana. Vai entender esses meus conterrâneos.
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